"A máscara diz mais que a face." Sábio foi Oscar Wilde ao fazer essa afirmação, já que o rosto, que é a parte mais expressiva do corpo humano, é frequentemente ocultado por uma máscara. Esta, por sua vez, esconde a autêntica identidade da pessoa, deixando claro que o verdadeiro "eu" raramente vê-se pela face.
Vivemos em uma sociedade na qual qualquer pessoa que foge aos padrões estabelecidos é vítima de pressões e julgamentos. Isso faz com que elas evitem ser autênticas e criem máscaras para esconder o que realmente são. Essa necessidade surge do desejo de não se sentir excluído do grupo social. Hoje e sempre, o que a sociedade prega está acima de tudo. Para ela, o ser perfeito significa ostentar: beleza, dinheiro e poder. Logo, utilizamos o artifício da máscara para seguirmos os padrões impostos pela sociedade. Isso acontece muitas vezes por auto defesa, ou até mesmo para que os outros nos vejam como desejamos ser vistos e não como realmente somos.
É inevitável afirmar que é inerente ao ser humano a necessidade de ser sobrepor ao outro. O problema é que para isso, muitas vezes, faz-se o uso de máscaras. Com elas podemos assumir um determinado disfarce para nos fazer respeitar. No conto “O espelho” de Machado de Assis este fato fica claramente exposto. A história fala sobre um jovem que depois de vestir a farda da Guarda Nacional, todos passaram a vê-lo e tratá-lo de forma diferente. Assim como ele, todos gostam de ser bem tratados e respeitados então apelam para o disfarce, a fim de conseguir mais prestígio.
Viver sem uma máscara na face não é uma tarefa muito fácil. Ainda mais, quando queremos escapar constantemente do olhar perscrutador da sociedade crítica em que vivemos. A questão é que, muitas vezes, nem para nós somos os mesmos sempre e não reconhecemos algumas das nossas próprias atitudes. Talvez o certo seja dizer que a máscara é o que a sociedade nos impõe como identidade e é o espelho que nos informa quem realmente somos.
Vivemos em uma sociedade na qual qualquer pessoa que foge aos padrões estabelecidos é vítima de pressões e julgamentos. Isso faz com que elas evitem ser autênticas e criem máscaras para esconder o que realmente são. Essa necessidade surge do desejo de não se sentir excluído do grupo social. Hoje e sempre, o que a sociedade prega está acima de tudo. Para ela, o ser perfeito significa ostentar: beleza, dinheiro e poder. Logo, utilizamos o artifício da máscara para seguirmos os padrões impostos pela sociedade. Isso acontece muitas vezes por auto defesa, ou até mesmo para que os outros nos vejam como desejamos ser vistos e não como realmente somos.
É inevitável afirmar que é inerente ao ser humano a necessidade de ser sobrepor ao outro. O problema é que para isso, muitas vezes, faz-se o uso de máscaras. Com elas podemos assumir um determinado disfarce para nos fazer respeitar. No conto “O espelho” de Machado de Assis este fato fica claramente exposto. A história fala sobre um jovem que depois de vestir a farda da Guarda Nacional, todos passaram a vê-lo e tratá-lo de forma diferente. Assim como ele, todos gostam de ser bem tratados e respeitados então apelam para o disfarce, a fim de conseguir mais prestígio.
Viver sem uma máscara na face não é uma tarefa muito fácil. Ainda mais, quando queremos escapar constantemente do olhar perscrutador da sociedade crítica em que vivemos. A questão é que, muitas vezes, nem para nós somos os mesmos sempre e não reconhecemos algumas das nossas próprias atitudes. Talvez o certo seja dizer que a máscara é o que a sociedade nos impõe como identidade e é o espelho que nos informa quem realmente somos.

Muito interessante esse tema Cynthia! Continue assim garota :)
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